Natal
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  Natal                          
Dicas e Curiosidades
O Folclore do Rio Grande do Norte, bastante rico, conta com vários Autos e Manifestações Populares. As velhas danças do povo podem ser classificadas em dois grupos. O primeiro e mais importante deles é o dos autos populares, mistos de dança e espetáculo teatral em que há um fulcro dramático central que caracteriza cada um deles. O segundo grupo é composto por danças folclóricas de uma forma em geral.
Curiosidades
 

Fortaleza dos Reis Magos
O mais importante monumento histórico de Natal nasceu junto com a cidade e foi erguido pelos portugueses para eliminar a dominação francesa. Situada entre o mar e a foz do Rio Potengi, a Fortaleza tem a forma de uma estrela e foi uma das principais fortificações marítimas do

Brasil colonial. O Forte abriga um monumento ainda mais antigo, o Marco de Touros, o primeiro marco de posse das Américas, simbolizando o domínio português sobre as terras brasileiras.

 

Ar Puro
Segundo a NASA, Natal é o segundo ar mais puro do planeta, só perdendo para a Antártica.
Esse banquete da natureza é preenchido por muitas praias primitivas e urbanas, em um litoral de mar calmo para o descanso e agitado para o esporte, areias fofas, piscinas naturais, dunas e coqueirais.

 

Areia Branca
De toda a região, Areia Branca é uma das cidades que mais recebe visitantes. Beirando rio e mar, são 42 km de praias, dunas móveis, áreas desérticas, salinas e mangues. Ao lado disso, uma boa estrutura turística e animadas festas populares. Passeios de barco levam os

visitantes até o Porto-Ilha, que recebe as grandes cargas de sal. Uma das mais espetaculares obras de engenharia naval do mundo, construída em areia e aço, que merece visita obrigatória.

 

Lendas e Folclore

Boi de Reis – É o tradicional Bumba Boi. Joaquim Augusto da Silva, conhecido como Joaquim Basileu, é o Mestre, Amo do Boi de Reis de Natal. Natural de Monte Alegre, descendente de uma família que sempre brincou "Os Reis". Aos quatorze anos era galante e aos vinte, "Mestre de Reis". A primeira apresentação do ano é realizada diante de uma igreja para que todos os brincantes sejam abençoados por Deus. A seguir, apresentam-se em palanques ou residências, quando são chamados.

Boi Calemba Pertence ao ciclo natalino. Folguedo de praia e sertão, com auditórios certos, entusiásticos e fiéis. Não há modelo fixo para o Auto.

Fandango – A grande influência Portuguesa pode ser sentida nos passos das danças e expressões contidas nas Jornadas. O enredo desse evento grita em torno de um navio perdido no mar por 7 anos e um dia, correndo a tripulação perigo de incêndio, calmaria e tempestade.

Congos – Auto de inspiração africana, conta uma luta entre dois soberanos negros: a rainha Ginga e o rei Henrique Cariongo.

Lapinha e Pastoril – A lapinha ou presépio, dança religiosa, existe no Brasil desde o início da colonização. O elenco é formado por mocinhas que entoam jornadas das mais diversas procedências, em louvor ao Messias. O pastoril, seu primo profano, veio muito depois, no século passado. Cantos, louvações, lôas, entoadas diante do presépio na noite de Natal, aguardando-se a Missa do Galo. O repertório é um misto de cantos religiosos e profanos. Esse Auto simboliza o nascimento de Jesus. Os autos citados eram representados outrora durante as festas do fim do ano e começo do Ano Novo.

Caboclinhos – Representados durante os dias de carnaval, com os integrantes fantasiados de índios estilizados e que já teve outrora seu núcleo dramático, com a morte e ressurreição do filho do cacique.

As principais danças folclóricas potiguares são as seguintes:

Araruna – O Araruna, Sociedade de Danças Antigas e Semidesaparecidas, existe em Natal, desde 1956, e representa um repertório coreográfico de danças folclóricas ou folclorizadas.

Coco, Bambelô, Maneiro-Pau – São danças de roda em que não há qualquer enredo dramatizado, das quais o público pode participar, já que não é exigida uma indumentária padronizada, ao contrário dos autos. O coco-de-roda e o coco de zambê, o bambelô, ainda hoje existe em algumas praias. O maneiro-pau é característico da região serrana do alto oeste do Rio Grande do Norte.

Bandeirinhas e Capelinha-de-Melão – Danças características do ciclo junino. As pastoras cantam jornadas em louvor a São João Batista.

Espontão – Dança característica da festa dos negros, na região do Seridó, durante a coroação de reis e rainhas, na Festa de Nossa Senhora do Rosário, em Caicó, Parelhas e Jardim do Seridó. É privativa dos homens e se assemelha a um bailado guerreiro.

Bambelô – Samba, coco de roda, danças em círculo cantado e acompanhado de instrumentos de percussão (batuque), fazendo os bailarinos, no máximo de 02, figurarem no centro da roda.

  Fonte: Sec. de Turismo do Rio Grande do Norte Voltar  
 
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